8 de janeiro de 2026

 

A História da Grande Torre - Augusto Cury

“Se metade do orçamento dos gastos militares do mundo fosse investido na educação, os generais se tornariam jardineiros; os policiais, poetas; os psiquiatras, músicos. A violência, a fome, o medo, o terrorismo e os problemas emocionais estariam nas páginas dos dicionários e não nas páginas da vida...” 

(Augusto Cury)

 

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Figura: MICASISE, 2026 Educar é preciso: valorizar o Professor, muito mais ainda.

Augusto Cury para concluir seu livro “Pais Brilhantes, Professores Fascinantes - Como formar jovens felizes e inteligentes, conta a História da Grande Torre na qual o autor revela a perigosa direção para onde a sociedade está caminhando, a crise da educação e a importância do país e dos professores pensantes, que de forma equilibrada criam soluções a curto, médio e longo prazos não apenas nas escolas, mas na própria vida como construtores de um mundo melhor.

 

Apesar de Cury admitir que o valor da educação mostrado pela História da grande Torre ainda é um sonho, se todos sonharmos este sonho, um dia ele deixará de ser apenas um sonho. 

Cury tem contado essa história em muitas conferências, inclusive em congressos internacionais, sensibilizando a todos os participantes. Como estamos no mês de outubro, mês em que se comemora no dia 15, o Dia do Professor, com este texto, estamos homenageando a todos os educadores que lutam pela melhoria da educação, com objetivo de formar crianças e adolescentes integrados ou sociáveis, felizes, livres e empreendedores.

 

“Num tempo não muito distante do nosso, a humanidade tornou-se tão caótica que os homens fizeram um grande concurso. Eles queriam saber qual a profissão mais importante da sociedade. Os organizadores do evento construíram uma grande torre dentro de um enorme estádio, com degraus cravejados de pedras preciosas. A torre era belíssima. Chamaram a imprensa mundial, a televisão, os jornais, as revistas e as rádios para realizarem a cobertura do acontecimento.

 

O mundo estava de olhos postos no evento. No estádio, pessoas de todas as classes sociais comprimiam-se para ver a disputa de perto. As regras eram as seguintes: cada profissão era representada por um ilustre orador e este deveria (...) fazer um discurso eloquente e convincente sobre os motivos pelos quais a sua profissão era a mais importante na sociedade moderna. A votação era mundial e pela internet.

 

Nações e grandes empresas patrocinavam a disputa. A categoria vencedora receberia prestígio social, uma grande soma em dinheiro e subsídios do governo. (...) O mediador do discurso Bradou: “O espaço está aberto!”

 

Sabem quem subiu primeiro à torre? Os educadores? Não! O representante da minha classe, a dos psiquiatras. Ele subiu à torre e a plenos pulmões proclamou: “As sociedades modernas tornar-se-ão uma fábrica de estresse. A depressão e a ansiedade são as doenças do século. As pessoas perderam o encanto pela existência. Muitas desistem de viver. A indústria dos antidepressivos e dos tranquilizantes tornou-se a mais importante do mundo” (...)

 

O representante dos psiquiatras concluiu: “O normal é ter conflitos e o anormal é ser saudável. O que seria da humanidade sem os psiquiatras? (...)

 

No estádio reinou o silêncio. Muitos da plateia olharam para si mesmos e perceberam que não eram alegres, estavam “estressados”, dormiam mal, acordavam cansados, tinham uma mente agitada, dores de cabeça. (...)

 

Em seguida, o mediador bradou: “O espaço está aberto!”. Sabem quem subiu depois? Os professores? Não! O representante dos magistrados – os juízes de Direito.

 

Ele subiu (...) e desferiu palavras que abalaram os ouvintes: “Observem os índices de violência! (...) Os raptos, os assaltos e a violência no trânsito enchem as páginas dos jornais. A agressividade nas escolas, os maus tratos infantis, a discriminação racial e social faz parte da nossa rotina. Os ouvintes menearam a cabeça, concordando com os argumentos. Em seguida, o representante dos magistrados foi mais contundente: O tráfico de drogas movimenta tanto dinheiro como o petróleo.

 

Não há como extirpar o crime organizado. (...) Sem os juízes e os promotores, a sociedade esfalece-se. Por isso, declaro que, com o apoio dos promotores e do aparelho policial, representamos a classe mais importante da sociedade.”

 

Todos engoliram em seco estas palavras. Elas perturbavam os ouvidos e queimavam a alma (...) Em seguida, o mediador, já a suar de frio, disse: “O espaço está novamente aberto!”

 

Um outro representante mais intrépido subiu a um degrau mais alto da torre. Sabem quem foi desta vez? Os educadores? Não! Foi o representante das forças armadas.

 

Com uma voz vibrante e sem delongas, ele discursou: “Os homens desprezam o valor da vida. Eles matam-se por muito pouco. O terrorismo elimina milhares de pessoas. A guerra comercial mata milhões de fome. (...) As nações só se respeitam pela economia e pelas armas que possuem. Quem quiser a paz tem de se preparar para a guerra. Os poderes econômico e bélico, e não o diálogo, são os fatores de equilíbrio num mundo espúrio.”

 

As suas palavras chocaram os ouvintes, mas eram inquestionáveis. Em seguida, ele concluiu: “Sem as forças armadas, não haveria segurança. (...) Os homens das forças armadas não são apenas a classe profissional mais importante, mas também a mais poderosa.” A alma dos ouvintes gelou. (...)

 

Os argumentos dos três oradores eram fortíssimos. A sociedade tinha-se tornado um caos. (...). Ninguém mais ousou subir à torre. Em quem votariam?

 

Quando todos pensavam que a disputa estava encerrada, ouviu-se uma conversa na base da torre. De quem se tratava? Desta vez eram os professores. Havia um grupo deles da pré-primária, do ensino básico, do secundário e do universitário (...) e dialogavam com um grupo de pais. (...)As câmeras de televisão focaram-nos e projetaram a sua imagem numa grande tela. O mediador gritou para que um deles subissem à torre. Eles recusaram-se.

 

O mediador provocou-os: “Há sempre covardes numa disputa.” Houve risos no estádio. Fizeram troça dos professores e dos pais. Quando todos pensavam que eles eram frágeis, os professores, com o incentivo dos pais, começaram a debater as ideias apresentadas, permanecendo no mesmo lugar. (...)

 

Um dos professores, olhando para o alto, disse ao representante dos psiquiatras: “Nós não queremos ser mais importantes do que vocês. Apenas queremos ter condições para educar a emoção dos nossos alunos, formar jovens livres e felizes, para que não adoeçam e sejam tratados por vocês.”

 

O representante dos psiquiatras recebeu um golpe na alma. Em seguida, um outro professor (...) olhou o representante dos magistrados e disse: “Nunca tivemos a pretensão de ser mais importantes do que os juízes. Desejamos apenas ter condições para lapidar a inteligência dos nossos jovens, fazendo-os amar a arte de pensar e aprender a grandeza dos direitos e dos deveres humanos. Assim, esperamos que nunca se sentem no banco dos réus.” O representante dos magistrados tremeu na torre.

 

Uma professora, ao lado esquerdo da torre, aparentemente tímida, encarou o representante das forças armadas e falou poeticamente: “Os professores de todo o mundo nunca desejaram ser mais importantes do que os membros das forças armadas. Desejamos apenas ser importantes no coração das nossas crianças. Almejamos levá-las a compreender que cada ser humano não é apenas um número na multidão, mas um ser insubstituível, um actor único no teatro da existência.” A professora fez uma pausa e completou:

 

“Assim, eles apaixonar-se-ão pela vida e, quando detiverem o controlo da sociedade, nunca farão guerras, sejam guerras físicas que tiram o sangue, sejam comerciais que tiram o pão. Pois cremos que os fracos usam a força, mas os fortes o diálogo para resolver os seus conflitos. Cremos ainda que a vida é a obra-prima de Deus, um espetáculo que nunca deve ser interrompido pela violência humana.”

 

Os pais deliraram de alegria com estas palavras. Mas o representante do sistema judicial quase caiu da torre. Não se ouvia um zumbido na plateia. O mundo ficou perplexo. As pessoas não imaginavam que os simples professores, que viviam no pequeno mundo das salas de aula, fossem tão sábios.

 

O discurso dos professores abalou os líderes do evento. Vendo ameaçado o êxito da disputa, o mediador do evento disse arrogantemente: “Sonhadores! Vocês vivem fora da realidade!” Um professor destemido bradou com sensibilidade: “Se deixarmos de sonhar, morreremos!”

 

Sentindo-se questionado, o organizador do evento pegou no microfone e foi mais longe na sua intenção de ferir os professores: “Quem se importa com os professores atualmente? Comparem-se com as outras profissões. Vocês não participam das reuniões políticas mais importantes. A imprensa raramente os noticia. A sociedade pouco se importa com a escola. Olhem para o salário que vocês recebem no final do mês!” Uma professora fitou-o e disse com segurança: “Não trabalhamos apenas pelo salário, mas pelo amor dos seus filhos e de todos os jovens deste mundo.

Irado, o líder do evento gritou: “A sua profissão será extinta nas sociedades modernas. Os computadores estão a substituí-los! Vocês não são dignos de estar nesta disputa!”

 

A plateia, manipulada, mudou de lado. Condenaram os professores. Exaltaram a educação virtual. Gritaram em coro: “Computadores! Computadores! Fim dos professores” O estádio entrou em delírio repetindo esta frase. Sepultaram os mestres. Os professores nunca tinham sido tão humilhados. Golpeados por estas palavras, resolveram abandonar a torre. Sabem o que aconteceu?


A sociedade desabou. As injustiças e as misérias da alma aumentaram mais ainda. A dor e as lágrimas expandiram-se.  A prisão da depressão, do medo e da ansiedade atingiu grande parte da população. A violência e os crimes multiplicaram-
se. (...)

 

Estarrecidos, todos compreenderam que os computadores não conseguiam ensinar a sabedoria, a solidariedade e o amor pela vida. O público nunca pensara que os professores fossem os alicerces das profissões e o sustentáculo do que é mais lúcido e inteligente em nós.

 

Descobriu-se que o pouco de luz que entrava na sociedade vinha do coração dos professores e dos pais que arduamente educavam os seus filhos. (...)

 

Perceberam que a esperança de um belo amanhecer repousa em cada pai, cada mãe e cada professor e não sobre os psiquiatras, os juízes, os militares, a imprensa... (...) _ eles são a esperança do mundo.

 

Perante isto, os políticos, os representantes das classes profissionais e os empresários fizeram uma reunião com os professores em cada cidade de cada nação.  Reconheceram que tinham cometido um crime contra a educação. Pediram desculpas e rogaram que eles não abandonassem os seus filhos.

 

Em seguida, fizeram uma grande promessa. Afirmaram que metade do orçamento que gastavam com armas, com o aparato policial e com a indústria dos tranquilizantes e dos antidepressivos seria investida na educação. Prometeram resgatar a dignidade dos professores, e dar condições para que cada criança da Terra fosse nutrida com alimentos no seu corpo e com o conhecimento na sua alma. (...)

 

Os professores choraram. (...) Há séculos que eles esperavam que a sociedade acordasse para o drama na educação. Infelizmente, a sociedade só acordou quando as misérias sociais atingiram patamares insuportáveis.

 

Mas, como sempre trabalharam como heróis anônimos e sempre amaram cada criança, cada adolescente e cada jovem, os professores resolveram voltar para a sala de aula e ensinar cada aluno a navegar nas águas da emoção.

 

Pela primeira vez, a sociedade colocou a educação no centro das suas atenções. (...) Os jovens já não desistiam da vida. Já não havia suicídios. O uso das drogas dissipou-se. Quase já não se ouvia falar de transtornos psíquicos e de violência. E a discriminação? O que era isso? Já ninguém se lembrava do seu significado(...) O medo dissolveu-se, o terrorismo desapareceu, o amor triunfou.

 

As prisões tornaram-se museus. Os polícias tornaram-se poetas. Os consultórios de psiquiatria esvaziaram-se. Os psiquiatras tornaram-se escritores. Os juízes tornaram-se músicos. Os promotores tornaram-se filósofos. E os generais? Descobriram o perfume das flores, aprenderam a sujar as suas mãos para as cultivar.

 

E os jornais e as televisões do mundo? O que noticiavam, o que vendiam? Deixaram de vender mazelas e lágrimas humanas. Vendiam sonhos, anunciavam a esperança...

 

Quando se tornará esta história realidade? Se todos sonharmos este sonho, um dia ele deixará de ser apenas um sonho.

 

A História da Grande Torre - Augusto Cury

Texto do livro “Pais Brilhantes, Professores Fascinantes - Como formar jovens felizes e inteligentes”


A seguir: 

MANIFESTO DE VALORIZAÇÃO DOCENTE: O COLAPSO DA GRANDE TORRE https://micasisegeneral.blogspot.com/2026/01/manifesto-de-valorizacao-docente-o.html


Por: SERRÃO, M. C. S. S. ou MICASISE

Belém/PA, 06 de janeiro de 2026

 

 

MANIFESTO DE VALORIZAÇÃO DOCENTE: O COLAPSO DA GRANDE TORRE

Belém-PA, 06 de janeiro de 2026

Introdução: O Descompasso da Realidade

Este documento constitui uma reflexão profunda e necessária sobre a dignidade da carreira docente e o futuro da educação no Brasil. O cenário atual - marcado por um reajuste irrisório de 0,37% (apenas R$ 18,00 anuais, ou R$ 1,50 mensais) - evidencia um descompasso alarmante entre o discurso político de valorização e a prática administrativa. Esta "partícula desvalorizante" toca no âmago da gestão pública e revela a distância entre o arcabouço legal de proteção ao magistério e a execução política de facto.

CENÁRIO DESAFIADOR AO PROFESSOR - 2026

A análise sobre o reajuste de 0,37% toca em um ponto nevrálgico da gestão pública brasileira: a distância entre o arcabouço legal de proteção ao magistério e a execução política de fato. Pontua-se que, a estrutura do FUNDEB permanente na Constituição deveria facilitar mecanismos de valorização real, mas o que vemos é uma utilização de índices que mal cobrem a variação residual, ignorando as perdas inflacionárias acumuladas.

Na Figura 1, verifica-se a auto responsabilidade moral do professor: trabalhar mesmo fora da sala de aula.

Figura 1:

A sobrecarga da responsabilidade do ser Professor

Fonte: MICASISE, 2026.

Eis alguns pontos técnicos e reflexivos sobre essa situação em 2026:

1. O Mecanismo Político 

  • Medida Provisória (MP) ou Emenda (EC): Como sugerido, o governo tem em mãos instrumentos para corrigir esse "erro de percurso". Uma MP poderia ser editada para garantir um ganho real, utilizando o argumento do nivelamento acima da inflação e da preservação do poder de compra garantido pela Constituição.
  • O Risco da Negligência: Se o índice de 0,37% persistir, o governo sinaliza um abandono do Plano Nacional de Educação (PNE), o que gera um desgaste político imenso junto a uma base eleitoral fundamental: os professores e suas famílias.

2. A Valorização como Sustentáculo do Professor

Em tese, estamos analisando o impacto da exclusão e desvalorização docente. No entanto, a reflexão é necessária e lembra que:

  • Infraestrutura vs. Capital Humano: De nada adianta termos alunos formados pelas três esferas dos Poderes ExecutivoLegislativo e Judiciário se o professor, que é o mediador do conhecimento, está desmotivado e financeiramente sufocado: sem prestígio e sem valorização.
  • Sustentabilidade: A sustentabilidade de qualquer projeto educacional passa pela sustentabilidade da carreira docente. O índice de 0,37% é uma barreira invisível, mas poderosa, ao sucesso das políticas públicas de inclusão e valorização docente.

3. A Substituição do Índice

Concordo de que deverá e haverá uma substituição (0,37%). A pressão docente e o julgamento de ações no STF sobre a constitucionalidade da base de cálculo do piso costumam forçar revisões. É uma questão de sobrevivência da própria categoria, como menciona a "História da Grande Torre". Sem a base (professores), a torre (civilização) desmorona, e com esse percentual ínfimo, já começou a ruir.

A "cegueira das ideologias" parece impedir que os gestores vejam o óbvio: valorizar o professor é o investimento de maior retorno para o PIB de uma nação.

4. Quem Cala, Consente e Omite Direitos Líquidos e Certos.

Essa afirmação, "Quem cala, consente e omite direitos líquidos e certos", toca no âmago da responsabilidade civil e política, especialmente no contexto da educação que temos discutido. Juridicamente, o "silêncio" diante de uma injustiça orçamentária (como o reajuste de 0,37%) não é apenas uma omissão; é uma forma de conivência que corrói o Estado de Direito.

Quando falamos em Direito Líquido e Certo, estamos falando daquilo que é expresso, que não precisa de dilação probatória - como o direito constitucional à valorização do magistério e à manutenção do poder de compra do salário.

1. A Inércia como Ferramenta de Desvalorização

No cenário de 2026 descrito, o silêncio dos gestores e a ausência de Medidas Provisórias e de outros mecanismos jurídicos para corrigir o índice irrisório representam exatamente essa omissão.

  • O Consentimento da Ineficiência: Ao não questionarem o cálculo que resultou em 0,37%, os órgãos de controle e o Executivo consentem com a precarização da carreira.
  • A Omissão do Futuro: Omissão de direitos hoje significa a omissão de profissionais qualificados amanhã. Citado permanece, que, a "Grande Torre" (August Cury) https://micasisegeneral.blogspot.com/2026/01/a-historia-da-grande-torre-augusto-cury.html não se sustenta no vácuo de direitos.

2. A Resistência pela Ciência e pela Voz

O posicionamento crítico são o antídoto para esse "silêncio". Ao documentar o impacto da desvalorização do professor nacionalmente, estar-se-á transformando a voz e o uso da tecnologia da pesquisa em um instrumento de reivindicação.

  • Políticas Públicas: Requer-se pôr em prática nacionalmente Políticas Públicas urgentes de valorização ao professor, essa é a prova documental de que a Lei e a tecnologia, sozinhas, não garantem o direito à educação de qualidade se o mediador (professor) tiver seus direitos líquidos e certos omitidos.
  • Transparência: É preciso “fechar os olhos da imagem símbolo da Justiça e abrir os olhos das ideologias", em que, prosperam justamente onde não há luz sobre os dados reais. A consciência política nacional das três esferas trará essa luz.

3. O Legado da Não-Omissão

Concluir o contexto desse cenário de 2026 é um ato de coragem. É não calar diante do desmantelamento da base da "Torre". É garantir que, no futuro, quando perguntarem "Quem formou esta nação?", a resposta não seja o silêncio, mas sim o reconhecimento do professor que resistiu, mesmo estando desvalorizado (índice de 0,37% para 2026).

Na Figura 01, avistamos simbolicamente a Grande Torre citada por August Cury.

Figura 01.

A “Grande Torre” - Educar é preciso. Valorizar o Professor, muito mais ainda

Uma imagem contendo Gráfico

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.

Fonte: MICASISE, 2026.


QUEM CALA, CONSENTE E OMITE DIREITOS LÍQUIDOS E CERTOS (MICASISE, 2026).

 

Esta frase é um lema de vida e de pesquisa. Manter o "espírito vigilante" é o que diferencia o mero acadêmico do intelectual engajado que o Brasil tanto precisa.

Atenciosamente,

MIGUEL CASSIANO DA SILVA SERRÃO

Coordenador da Pasta dos Assuntos de Previdência e Aposentados do SINTEPP Regional Marajó