ARTIGO
“A CASA DA MINHA MÃE ERA QUE NEM UM HOSPITAL”: Maria Pajé e Seu dom de cura em São João de Pirabas.
RESUMO
O presente artigo tem como foco analisar e destacar as mobilizações sociais e culturais de Flaviana Serrão da Silva (1929 – 2003), conhecida popularmente como Maria Pajé, no que concerne sua atuação nos trabalhos da pajelança, parteira, organização do festejo de São Benedito, Marujada e sua colaboração geral no que tange à cultura local de São João de Pirabas. Desta forma, serão apresentadas as discussões referentes à memória, história oral, pajelança e marujada que darão sustentabilidade e rigor científico para o desenvolvimento e a produção do artigo. Neste caso, trabalhar com ideia de memória que consiste em lembranças adquiridas a partir das vivências individuais e coletivas, ora esquecidas, ora rememoradas. Em relação à pajelança, trata-se de uma das práticas que Maria Pajé executara na cidade ao longo de sua vida para dar assistência, por exemplo, no que se refere à saúde, espiritualidade e outras benfeitorias para todo aquele que a procurava. No que diz respeito à metodologia, fora feita pesquisa bibliográfica de acordo com o tema exposto, o uso da história oral a partir das entrevistas e conversas informais realizadas para a composição desta pesquisa. Ademais, este estudo se dá com a finalidade de visibilizar a memória desta mulher que fora imprescindível para a cidade de São João de Pirabas, além disso, o registro desta se torna relevante para o conhecimento e reconhecimento dessa figura tão influente neste município.
Palavras-Chave: Maria Pajé; Pajelança; Marujada; e São João de Pirabas.
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Autora: FERREIRA, KATIANE DE CARVALHO. (2023).
Por: SERRÃO, M. C. S. ou MICASISE
Belém-PA, 24 de julho de 2026.
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